R – Solha e as profecias

R – Solha e as profecias

# Waldemar Solha, uma das nossas cabeças pensantes e craque em muitas áreas do pensamento, disse no espaço feicibuque que não é muito bom em previsões, sejam essas na arte ou fora dessa. Por aí. Eu, por exemplo, somente para mim, confesso que errei também em algumas. E se digo alguma é porque nunca me arvorei a apostar em muitas. Mas, entre essas, uma que não esqueço tão cedo, foi não apostar na gritante Elba Ramalho. Nunca acreditei que aquela “arara gritante” dos tempos de Ave de Prata (1979) chegasse a essa Elba – ainda gritante – agora de forma mais educada e admirada assim por todo verde-amarelo. Tem mais? Tem e ainda tem. Todo o respeito aos seus admiradores e ouvintes. Mas nunca fui de parar para ouvir a nossa boa – tudo bem, boa – arara. O canto ? Esse nunca me agradou. Um direito, não?

Em tempo: Nêumanne Pinto, dia desses, também confessou o mesmo erro. Eu vi e ouvi.

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