Renato Gaúcho:  um craque dentro e fora do campo

Renato Gaúcho: um craque dentro e fora do campo

Ele sempre se deu bem jogando nos times do Rio de Janeiro.  Uns dizem ter sido um craque. Muitos não contestam. Somente de uma coisa sei: era decisivo. Sei mais: uma dos maiores ponteiros que vi jogar. Foi uma referência jogando pelo Flamengo. O meu time.

Foi o melhor jogador que já passou pelo Grêmio porto-alegrense. Não imagino outro no momento. Treinador? O melhor entre todos os jogadores que decidiram “ensinar” o que aprenderam e jogaram dentro de campo.  Exemplos temos três, e  bem significativos: campeão da Copa do Brasil, Copa Libertadores e Recopa Sul-americana. Tudo isso como treinador do Grêmio.  O destaque: foi o primeiro a vencer a Copa Libertadores como jogador e treinador.

Pois bem.

Passeando com a Rosa na “sua” – é mesmo o dono dela, só dá ele – praia de Ipanema, nos deparamos com  esse excelente sujeito e um  não menos excelente jogador que fora um dia. Educação?  Nota 10. O flagrante nem de longe pode ser interpretado como sendo um  “craque” ensinado a outro Craque como jogar. Também nem pensar, pelos gestos e intenções, um “Olhai, Renato, a bola deve ser colocada ali!”. 

Renato Gaúcho como pessoa é mais “craque” – acredito – que o jogador. Super educado. Nada daquele sujeito que se ver pela televisão brigando com Deus e o mundo para defender o seu time.  No meu caso, fosse treinador, só não brigaria com Deus.  A conversa foi rápida e direta: “E aí, Renato, vamos tirar uma foto ?”.  Máscara?! Nenhuma!  Parou a “pelada” – parou mesmo! – que estava batendo e, ato contínuo, aceitou posar ao lado deste Malabarista de Palavras.

Senão bastasse, vendo que a Rosa estava  o momento  e, o óbvio ululante, não poderia estar na mesma,  fez questão de também ser fotografado ao seu lado, deixando do outro os colegas a esperá-lo para o reinicio da pelada.  Achei de uma educação formidável. São ´poucos os que assim agiriam.  Não tenho mais dúvidas: um excelente sujeito.

Tai, se eu não tinha uma boa impressão do Renato dentro de campo e fora dele, nem de longe essa continua. Um bom sujeito? Ótimo! E, por fim, sabendo que éramos da terra do Compadre Heráclito e Dona Chiquinha, fez questão de acrescentar um espontâneo “Eu adoro essa terra de gente boa!”.

 Fato comprovado: craque dentro e fora de campo.

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