roupas sujas de saudade…

roupas sujas de saudade…

 Vez em quando recebo umas boas sacadas poéticas de Valdir Rangel. Em algumas, essa, por exemplo, nota-se breves rasgos poéticos. E, por incrível que possa parecer, pouco a pouco  ele vai mostrando que esses rasgos – os poéticos – são muitos. Nem precisava dizer como seria a lavagem. Não é preciso. Ele diz. A lavagem poderia ficar nas entrelinhas. Pois fica visível logo na primeira leitura essa “lavagem” não é aquela feita numa máquina de lavar. Em síntese.: vale o “Pingo”.

 

 

“Saudade é uma mala

Quando se chega de viagem

Cheia de roupas sujas

Esperando uma lavagem”

- Valdir Rangel

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