Seap participa do 21º Salão de Artesanato da Paraíba na praia do Cabo Branco: A ARTE LIVRE DE PRESOS
a arte livre dos presos

Seap participa do 21º Salão de Artesanato da Paraíba na praia do Cabo Branco: A ARTE LIVRE DE PRESOS

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), por intermédio da Gerência Executiva de Ressocialização, no Eixo Cultura e Esporte, participou do 21º. Salão de Artesanato da Paraíba na Praia do Cabo Branco em João Pessoa, do 19 de dezembro de 2014 a 25 de janeiro deste ano. No total participaram enviando peças para o evento, 18 artesãos e artesãs que também são reeducandos de 7 unidades prisionais do Estado das mais diferentes regiões.

A Gerente de Ressocialização, Ziza Maia enfatizou que este trabalho de artesanato é fundamental na política de Ressocialização do Governo do Estado, pois além de reduzir a pena dos reeducandos, que participam de algum dos programas, também tornam a vida no cárcere mais digna e menos ociosa, capacitando-os para quando saírem das unidades prisionais. “Este trabalho de artesanato é fundamental para todos os reeducandos que desejam mudar de vida ainda dentro do Sistema Prisional, porque eles são seres humanos antes de tudo, e grandes artistas que querem mudar suas histórias de vida, através destas peças”, comentou.

“As vendas tiveram um saldo positivo e esperamos que o próximo salão que será o 22º. Salão de Artesanato nos meses de junho e julho em Campina Grande possam mais uma vez se superar. Mal saímos de um evento e já estamos nos planejando para o próximo, pois a ressocialização é o que nos motiva a acreditar nesse trabalho de dar dignidade e esperança a quem está recluso, pois por meio do trabalho feito dentro das unidades, incentivando a criatividade e o trabalho manual há a perspectiva de que quando saiam os reeducandos possam ter uma vida mais plena e digna.” Armistron Gomes – Coordenador do Eixo Cultura da Gerência Executiva de Ressocialização.

Participaram do evento enviando materiais produzidos pelos reeducandos as seguintes unidades: o Presídio Feminino Maria Júlia Maranhão em João Pessoa – com bonecas de pano – quatro artesãs/reeducandas produzem estas bonecas; a Cadeia Pública de Esperança – com brinquedos feitos de palitos de picolé, carrinhos, sanfonas, rodas-gigantes, baterias de música – um único artesão/reeducando é quem faz o material; o Presídio Feminino de Patos – produziu uma peça de renda renascença para copos – feito por uma única artesã/reeducanda; o Presídio de Catolé do Rocha – peças com madeira do tipo mdf, são confeccionados troféus de vaquejada, esculturas e porta-retratos – são dois artesãos/reeducandos que trabalham; a Cadeia Pública de Mamanguape – artesanato diversificado: puffs feitos com material recliclável, tapetes de lã, casinhas de madeira – são quatro artesãos/reeducandos que fazem as peças; o Presídio de Santa Rita – esculturas com sabão como matéria prima – são cinco artesão/reeducandos que fazem o trabalho; a Penitenciária de Segurança Máxima Geraldo Beltrão em João Pessoa – produziu duas telas, feitas por um reeducando.

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