SEMPRE BEM-VINDOS, MAS, SEM CHUVA, SERIA MUITO MELHOR!
cléo, dapenha e lígia

SEMPRE BEM-VINDOS, MAS, SEM CHUVA, SERIA MUITO MELHOR!

Para a minha alegria e dos amigos e alegria dos seus, depois de uma breve e profícua estada por aqui, ele voltou mais uma vez a terra em que nasceu e também viveu por um bom tempo. Dessa vez, porém, acompanhado da família. Todos bem-vindos e muito bem-vindos.  Principalmente pelos seus.

Ela, Cleonice, endossado com certeza pelo outros dois, Lígia e ele, o meu bom irmão Dapenha, ensaiou com justiça uma reclamação: “Ora, chovendo nessa época”! Não era para chover. Também concordo. “A gente vem por aqui para pegar uns dias de sol e mar, e nos deparamos com esse pé d’água”. Tem razão. Mas, com todo o respeito ao seu desabafo, a culpa não é desse parahybano acostumado a viver dozes meses de sol e nenhum de chuva. Afinal, o ano tem apenas doze meses.

Assim, se a culpa não é minha nem é nossa, os seus que deles gostam e os recebem de braços e coações abertos, alguém tem que ser o culpado. Assim, sem querer ofender, pois me dou muito bem com ele, acho que São Pedro vacilou e deixou as comportas do céu abertas. Tudo bem, Cléo, Dapenha e Ligia, na próxima vez, podem acreditar, não vou permitir que o bom Pedro durma mais que São João.

Bem-vindos!

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