Sobre

Sobre

Humberto de Almeida – somente um pouquinho mais tarde viria o 1berto de Almeida – nasceu, cresceu, viveu e, mesmo não morando mais em Jaguaribe nele ainda vive. Nasceu na Rua 12 de Outubro, 950, na Vila dos Motoristas, nesse bairro que por terras outras que ele ande nunca se esquece de levá-lo consigo.

 É filho do Compadre Heráclito, sua – dele –  melhor referência nesta cidade onde ainda mora vestindo a mesma roupa que um dia ele vestiu, e de Dona Chiquinha, que, para que nunca mais sentisse fome nesta vida lhe ensinou a comer flores.  Tem muitos irmãos e todos amigos. Sorte. Não escolheu, mas ganhou de Dona Chiquinha e do Compadre Heráclito os melhores irmãos que um irmão desejaria ter.

Escreveu nos mais diversos jornais da Província das Acácias, como assim costuma chamar sua – dele – cidade e capital da Parahyba, e participou de Festivais de Música Popular por todo o Verde-amarelo país do carnaval.   Escreve o nome do seu Estado com HY.   Não fosse por uma questão histórica, a opção viria por achar que assim escrito tem mais a ver com a sua – dele – história. Nem sonhara nascer na época de Parahyba com “HY”, mas sonha nela viver um dia.

Define-se como um simples consumidor de arte e Malabarista de Palavras.  Nunca passou disso. Nunca desejou passar. Malabarista de Palavras. Apenas. É assim ele gosta de ser chamado. Um malabarista que recebeu de seus pais a régua, o compasso do seu bairro Jaguaribe e muitas boas palavras que ainda hoje usa como malabares.

Escreve fala e fala como escreve. Tem mais: só escreve porque se assim não o fizesse acabaria morrendo engasgado com as palavras. Nada mais. Apenas uma certeza final: começou a escrever antes mesmo de falar, o resto que falam por aí a respeito dele é mentira.  Não acreditem.

Ah, tem alguns cursos superiores, mas nunca se sentiu superior a nem um que um curso e apenas um não tenha conquistado. Tudo é conquista.  Tem dois livros escritos, mas (ainda) não publicados: “O Que me restou do silêncio” e “Jaguaribe – Estante de Sentimentos”. Sem mais considerações.

5 comentários

  1. helpp, me enrolei na abertura do novo Blog. Por sinal muito bonito porém, bstaria uma foto do Paraíba Parece Hotel. A outra bem que caberia o Hotel Tambaú ou a Ponta do Cabo Branco!

  2. Muito bonito. Tenho que aprender a abrí-lo. Com relação as fotos: bastaria uma do parece hotel. Uma outra da igreja do Rosário, hotel tambaú ou ponta do seixas!

  3. plinio ramalho sobrinho

    Nascido no alto sertão da Paraíba, mais precisamente na cidade de Serra Grande,PB, minha santa mãezinha, fez das tripas coração, para convencer o meu velho Pai, a juntar os cacarecos e embarcar rumo a cidade grande, em busca de dias melhores, e nesse “puxa-encolhe”, já lá se lá vão, varias décadas, das quais pelo menos duas, tenho certeza que foi na vila dos motoristas, em Jaguaribe-JP na rua Genebrino Maciel nº177, beirando a praça dos motoristas. e de grupo em grupo de colégio estadual em colégio estadual desemboquei na UFPB. Diploma na mão e como não podia deixar de ser diferente, mais uma vez segui Brasil afora em busca de outra vida.
    hoje ,após os declives e aclives, dos pros e dos contras, dos saldos devedores e lucros cessantes, desta vida, conclui que a felicidade não é este modelo que a sociedade nos faz acreditar através da mídia ,com sua ostentação, mais valia, no salve-se quem puder do destino, razão por que o canto da vila, o senado a pracinha o Juda. a sonbatuk, são coisa que jamais deixarão as paredes da minha memoria enquanto eu viver

    • Humberto

      ah, meu bom plínio! tens histórias boas e ótimas para ser contadas! contas umas pra gente! o texto é boa e as histórias ? idem! putabraço!

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