SORRIR SEMPRE! SEMPRE SORRIR!

Eu não gosto do Djavan choroso trocando o belo “sorrir” do Braguinha por um “Smile” que não me soa bem.

A música de Charles Chaplin, escrita pelo próprio para o seu clássico Tempos Modernos, de 1954, é uma das mais bonitas entre as muitas que servem para embalar alguns bons filmes.

As trilhas sonoras, por mais incrível que possam parecer, são tão boas que todos se lembram primeiro delas, dessas trilhas,  para em seguida lembrar dos filmes. Acho essa é uma das tais.

A letra que Braguinha criou para a música de Charles Chaplin é de 1955. A letra? Sem dúvida uma das mais bonitas. Braguinha além de excelente compositor sabia fazer versão como poucos.

Ah,outro bom também, somente para lembrar, craque, é o Chico Buarque.

 Mas a música de Chaplin, um ano antes, em 1954, também recebeu letra de John Turner e Geoffrey Parsons. Vale lembrar um pouquinho da letra da dupla traduzia para a última Flor do Lácio inculta e bela.

Sorria

Sorria, embora seu coração esteja doendo
Sorria, embora ele esteja partido
Quando há nuvens pelo céu
Você vai superar.

Se você sorrir
Com seu medo e culpa
Sorria e talvez amanhã
Você descobrirá que a vida
Ainda vale a pena se você…

Agora, somente para dizer que não falei sobre a bela letra do Braguinha, essa que eu gosto muito, uma letra tão otimista que  poderia ser trilha sonora de um filme de Frank Capra, aqui vai um pedacinho dela, essa que acho um achado maravilhoso:

 Sorri

Vai mentindo a tua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz.

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