… também iria para o café do rick

… também iria para o café do rick

 É um dos    filmes mais baratos a entrar para a história do cinema. Casablanca. Lembro bem o dia em que emprestei o referido ao “guerrilheiro cultural” Pedro Osmar e ele mo (gostei) devolveu, dizendo ser um dos melhores a que assistira em casablanca o triosua vida. Disse mais: identificou-se tanto com o duro Rick, o dono de café vivido no filme pelo feio Humphey Bogart, que disse não ter nenhuma dúvida de que “era ele”.

Casablanca é um filme “velho” (1942) que nunca envelhecerá. Falo em meu nome.  Ora bolas! Como eu poderia esquecer? Sou fã de carteirinha do Peter Lorre, o baixinho sacana do filme, que tinha a solução para o sério problema do apaixonado casal. O baixinho Ugarte. E os diálogos? Ricos e divertidos. 

Acho arretado quando Rick – ainda apaixonadíssimo por ela – leva a bela ilsa (Ingrid Bergman) a embarcar no avião para Lisboa com o marido Victor Laszlo (Paul Henreid), dizendo-lhe que ficará arrependida: 

- Talvez não hoje, talvez não amanhã, mas em breve e para o resto de seus dias.”

Posso repetir?

- Arretado!

Estou mais uma vez assistindo a Casablanca, e tenho a certeza de que também iria para o café do Rick. 

Não adianta. Casablanca é um dos clássicos do cinema mais populares. Posso dizer mais um pouco? Um dos meus clássicos!

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