tudo o que me restou do silêncio: o silêncio!

tudo o que me restou do silêncio: o silêncio!

Não queria “errar no bronze”. Não pretendo. Não quero. Mas o meu amigo e parceiro e irmão Gil de Rosa, por muito tempo pedindo para este escriba juntar as suas coisas e publicar num só “capa dura”, resolvi, então, editar  “O que me restou do silêncio…”, o primeiro e talvez o último, a ser lançando na próxima sexta-feira, dia 28, no balneário do Sesc-praia.

Para escrever um livro, embora muitos pensem diferente, é preciso ter muita coragem ou não ter coragem alguma. Principalmente quando ele é escrito – muitos textos são inéditos – no embalo da imperfeição que a pressa nos prega. Tudo pronto. Mas, pouco a pouco, assim como quem não quer mas querendo, o escritor começa a perceber que poderia ter feito muito melhor. Todo ele. Sem Esse S.

Ouvi de muitos bons escritores a mesma questão: depois de editado, tudo terminando, não olhei mais pra ele. A sorte estava lançada! Eles, assim como este escriba, sabem muito bem que escrever uma crônica diária num jornal é uma coisa. Um  livro, como naquela famosa história do meu poeta Mario Quintana, é como o bronze. E “Um erro em Bronze é um erro eterno”!

Mas, o filho na rua, livre, leve e solto, que ele caminhe com os próprios pés. Se acertar o caminho de volta para casa do peito inteirinho da Silva, tudo bem, se errar e nesse erro for o acerto seu,  que em bronze se transforme.

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