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Lembranças de “broto” Spencer

Morreu e eu gostava muito. Mentira. Nunca fui de assistir a filmes seus. Deles. Seu e do companheiro que, também não vou mentir, não suportava.  Se assisti a algum filme dele, deles, não me lembro. Acho que nenhum.  Era um bom sujeito. Bonachão. Cômico às vezes. Tudo que eu sabia deles, sabia fora do cinema. Jornais e televisão. Era assim ... Leia Mais »

Gonzaguinha e o Gentileza amansador dos burros homens

profeta

Gosto dessa música de Gonzaguinha. Confesso.  Letra somente ternura. Um Gonzaguinha somente ternura.  O canto é  melhor ainda. Pausa. Gonzaguinha na verdade nunca cantou.   Um dia – no Teatro Santa Rosa – ele me disse: não cantava. Nunca cantou.  Mas sabia como poucos dar o  seu – dele – orecado.   Isso ele fazia e queria fazer: dar o seu recado. ... Leia Mais »

e não é que bateu uma saudade danada de dona chiquinha!

não me perguntem que eu não saberia dizer como surgiu a historia. surgiu. apenas. gil de rosa é de uma capacidade feladaputa de perceber e descobrir letras de musica nos escritos deste malabarista de palavras. isso mesmo. apenas. nada mais fiz que contar uma história de dona chiquinha. nada acrescentei. um perfil de filho que aprendeu a perfilar a mãe. ... Leia Mais »

NEM ASSIM…

Sérgio Sampaio morreu no rio de janeiro em 1984. Mudou-se desta para melhor – se existe mesmo outra nenhuma dúvida tenho de que é melhor do que esta – com apenas 47 anos de idade. Trocou de roupa.  Ouvi muito Sérgio Sampaio na minha juventude. Muito.  Sempre gostei de sua voz aguda. Era diferente das muitas vozes agudas que ouvia. ... Leia Mais »

Vale a pena ouvir de novo

Só isso. Repito: “Em 15 de Setembro de 1968 Caetano Veloso participa do Festival Internacional da Canção, o FIC, defendendo a musica “É Proibido Proibir” a plateia no teatro TUCA, da PUC-SP vaia selvagemente Caetano que explode num discurso inflamado, neste vídeo o áudio legendado do discurso e fotos desse momento histórico da musica brasileira.” Leia Mais »

discurso do meu grande ditador

não me lembro de quando assisti pela primeira vez ao “grande ditador” do Chaplin. faz tempo. não foi no cine Santo Antonio, Jaguaribe ou São José. não sei mesmo em que cinema ouvi o discurso do ditador pela primeira vez.  ouvi. assim mesmo.  pois na verdade pouco ou quase nada entendi. sorria. apenas. os trejeitos de Chaplin me levavam às ... Leia Mais »

Gente estúpida, gente hipócrita!

nada a dizer. apenas espalhar a letra dessa “despretensiosa” musiquina de gilberto gil:   Nos barracos da cidade Ninguém mais tem ilusão No poder da autoridade De tomar a decisão E o poder da autoridade, se pode, não faz questão Mas se faz questão, não Consegue Enfrentar o tubarão Ôôô , ôô Gente estúpida Ôôô , ôô Gente hipócrita E ... Leia Mais »

Um injustiçado!

Há muito que desejava ocupar este espaço como esse genial compositor. Jonnhy Alf. Desde aqueles idos tempos dos famosos festivais, quando a sua espetacular “Eu e a brisa”, defendida na oportunidade pela Claudia, no III festival da Record, foi desclassificada, comecei a não mais acreditar nesses festivais.  Johnny Alf, apesar de muitos creditarem a façanha a João Gilberto e outros ... Leia Mais »

Um clássico de Edino Krieger

O natural canto da floresta. Pássaros. Vento soprando. Folhas caindo. Uma obra para ser ouvida a toda hora. Minuto. Segundo. Entra no ouvido como se regida e composta fosse por passarinhos. Apenas. Mas é justamente isso que o maestro  e compositor Edino Krieger fez: um clássico somente canto de passarinhos. Vozes da floresta. Agorinha, nesse exato momento, como diria o ... Leia Mais »

O tempo passa, o tempo voa, e a lembrança de Livardo continua muito boa!

Eu não poderia deixar passar despercebido o tempo, esse senhor bonito como a cara do meu neto Abel, o belo, da mudança do amigo Livardo Alves para outra cidade. E que tempo! Mesmo assim, apesar de sabê-lo muito longe, vestindo outro roupa e morando noutra cidade, sua presença em dias momescos ou não ainda hoje faz falta.  Sinto. Um putamigo era Livardo Alves. Livardo ... Leia Mais »