adeus face ou no limite do cidadão kane

adeus face ou no limite do cidadão kane

#- faz um bom empo que deixei de lado – do outro fica o controle do televisor – as minhas postagens no facebook.  Não estou fazendo falta. Disso eu tenho consciência. Por isso  mesmo ali s[o  estarei quando não tiver nada para dizer/escrever. Pausa. Mas, por favor, se ali estarei somente nessas condições, deveria estar todo momento, não?

# – Mas  não é assim. Na verdade, deixando de lado esse humor que habita em mim, sem cabotinismo, é que ando – parado também é a mesma coisa – um tanto sem graça diante das palhaçadas que vejo por aí. O pior é que essas não têm graça, e menos ainda os palhaços.

# – voltei à leitura das coisas amenas. Essa para muitos. Paratodos ? Esses são com o Chico Buarque.

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# – Saí daquela fase do (para muitos) melhor filme da história do cinema, Cidadão Kane (não acho e fim de papo),  para esse que a história não dá a mínima (as vezes bem que dá), e que segundo os nossos críticos é o melhor filme brasileiro de todos os tempos (também não acho).  O filme? Limite, do Mario Peixoto, do ano distante de 1931.  

# – Amenos? A menos que você tenha saco para assistir. Nada contra os mudos. A história? Um barco à deriva, duas mulheres e um homem  contando o passado deles. O meu ? Está sempre presente.   Saco ? O meu eu seguro.  O único. 

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