se a vida lhe der as costas, chute a bunda dela!

se a vida lhe der as costas, chute a bunda dela!

# – O COISA RUIM

COISA RUIMTENTO. Insisto e não desisto de tentar. Penso. Dou um desconto. Tudo faço mas não consigo aceitar o fato de um sujeito por achar que existe apenas porque pensa, sentir-se bem em fazer apenas o mal. Um sacana! O pior é o seu ato  –  a baba caindo pelo canto da boca –  de bater no peito vazio de tudo e dizer que nunca fará um bem em sua pífia vida se um mal  poder fazer.

Isso mesmo. Esse “cara” pensa que existe.  Mas não passa não passa disso: um lixo que os bons apanhadores desse evitam  pegar para não se sujarem com ele.  Um sujeito assim não merece o mais podre dos predicados. Faz pena.

Um dia ele olhará para os lados e descobrirá que nem mais lados em sua volta existem.  Deixará esta vida tarde – muitos desejam cedo – e sem uma só lágrima caída dos olhos dos seus nem dos nossos.  Um verdadeiro pulha. Um sacripanta sem direito ao perdão.

 # – Não passa de um intelectual…

 intelecutal-300x141 (1)Um dia não muito distante andaram dizendo que um intelectual pelo fato de ser ser um “intelectual” seria  incapaz de administrar o tempo e a vida – uma empresa também – com o intelecto que aprendeu a usar.” Esse aí como administrador? Tempo perdido. Será um desastre! Não passa de um intelectual!”. 

Fosse ele uma mulher (sic), assim como o Martinho da Vila, simplesmente diriam  que “Ela não passa de uma mulher”.

Umas vezes  até sorri dele e  outras,  por não ser um intelectual, momentos esses em que o humor pedia um tempo, sorria de mim mesmo. Era mais fácil e mais gostoso.

E um poeta/administrador? Esse?! Nem pensar! Todo poeta é um nefelibata, disse.  Embora não soubesse  o néscio que merda vinha a ser isso nem o porquê de assim tratá-lo. Um néscio.   

Então o intelectual e poeta  com a cabeça nas nuvens , seguiu  sonhando e fazendo poemas para a mulher amada.

 # – escrever para quem?

 escrever-que-quem-300x110Faz tempo que tento –  acho que às vezes até consigo – escrever para mais de cem pessoas e não consigo. Troco em miúdos: acho uma besteira escrever para um grupo dos dez.  Embora sabendo que muita gente  por aí anda fazendo isso. E no meio dessa gente alguns bons colegas  que não conseguem dizer o que pensam para o seu vizinho que entende mais de cachorros e gatos que da vida e outras boas coisas dela. Sou um sujeito que gosta das coisas claras e trocadas em miúdos.  uma espécie de escambo entre os pensamentos e palavras. Escrevo como falo  e falo como escrevo. Se me entendem é ótimo, se não nem eu mesmo saberia dizer no que tentei ser entendido. Entenderam ? Eu não. 

Um dia em papo reto – meu Deus! – com o Poeta (pê maiúsculo) e irmão Políbio Alves, o inventor (gosto da expressão) de um  Varadouro  que sem dúvida é a sua maior  “referência poética”, afirmou com todas as letras que só não foi um “grande crítico literário” porque assim nunca o quis (sic).  Muitos -não disse todos – dos nossos críticos  vivem do control + c e control + v.   Pronto. Tirou e colou, eis o crítico culto (risos) Vamos em frente?  Eu vou. Os  que ficam não merecem carona.

Mas, agora falando sério, como diria o Chico Buarque, que temos ótimos críticos por aqui e  que sabem como poucos falar sobre obra e fazer com que essa obra muitos entendam e dela gostem como uma canção de ninar, isso nós temos. Ótimos críticos e poetas. E contistas e cronistas e istas outros bons. 

 # – Pracinha de Jaguaribe

 pracinha-jaguaribe-300x200 Tá demorando muito para que  aquela recém inaugurada pracinha  da feira do meu bairro Jaguaribe vire um lixão de feira ou algo parecido. Todo dia por ela eu passo e peso –  é feira, minha gente, feiraa – a sua  situação com o meu  olhar curioso. Não vai demorar muito para essa bonitinha pracinha  virar  mais um lixão.   Os feirantes e o povo da “hora do grito”  – esse em particular – não estão mais segurando o grito. Isso sem contar a “fumaceira”. O  grito  não tem  dia nem hora.  E a hora é do lixo.

 

 

 

# – Feicibuque

 facebook-stickers-reuters-stephen-lam-300x200 Não sabe aquele sentimento de liberdade que o Castro Alves gritou em seu Navio Negreiro? Pois era assim que fora desse espaço estava – por um bom tempo –  este MB estava se sentindo. Falta dos meus diletos escritores ali espalhados no espaço feicebuque ? Nenhuma! Todo dia estes olhos somente curiosidade abriam as suas – desses olhos – janelas para as ótimas participações de Waldemar Solha, Sérgio de Castro Pinto, Dapenha, Raniere, Linaldo Guedes, Nonato Nunes, Irani Medeiros, Eilzo Matos, Vera Esther, Linaldo Guedes, Gil de Brito, Leopoldo, Paulo Vinícius, Euflávio e outros poucos.

Por amor desse Deus em que acredito,  peço que acreditem neste MB também! São tantos que eu corro até o risco de esquecer alguns e ser por eles riscado!  Desculpem este sujeito sem memória para guardar tão bons sujeitos.  São muitos, são muitos, são…

 

 

# –   Imprensa e coragem e independência.

 imprensa-300x157 Não falo a “nossa imprensa”, mas a  imprensa verde-amarela. A podridão –  diferente daquele “algo” dinamarquês ”  – está  por todo o Verde-amarelo. Nunca vi tanta dependência. Não acredito numa imprensa que separa a independência da coragem e vice e versos. São irmãs siamesas nesse campo, e não podem jogar em equipes diferentes.

O silêncio dos nossos intrépidos jornalistas gritam em nossos ouvidos, fazem um barulho danado. Os donos de suas vozes – e penas que dão pena – continuam mais donos do que nunca. Eles pintam e bordam e ninguém discute se a pintura pegou bem e ainda se o bordado está com um ponto solto.  Os que têm suas – deles – vozes compradas apenas anunciam o espaço em que  mostrarão  os seus quadros pintados e bordados. Dá um nojo danado.  Depois vem a pena.

 

 

 # – Levanta cabra da peste e se manda!  Vai salvar o mundo!

TOTONHO-E-1BERTO-BOM-300x291 Ainda na escuta e curtição do novo  (sempre novo) CD do muito bom Totonho. Fazia um bom  tempo que não escutava um trabalho tão consistente (é a palavra) feito por  esse monteirense  que infelizmente só não é visto  como “excelente”  por muitos porque é encontrado com facilidade no Ponto de Cem Réis, mercado da Torre  ou no barzinho (não todos) da esquina. O mesmo acontece com outros bons como Gil de Rosa, Dida Fialho, Pedro Osmar,  Cláudio Santa Cruz, Milton Dornelas,  Paulo Vinícius, Eleonora Falcone, Fuba e  outros poucos do mesmo naipe.  

 Nossos  artistas precisam estar distantes do lugar de origem para como ídolos serem vistos. É o  distanciamento é quem os torna ídolos. Os santos só fazem valer os seus milagres se longe de casa estiverem. Totonho é ótimo e fim de papo. Nm espero que ele venha salvar o mundo.  Já vale o que ele vem fazendo para salvar a boa música nesse mundo em que essa péssima produção musical tá demorando para descer pelo ralo da história.

 

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