ELA ME ENSINOU A COMER FLORES E ESPERAR OUTRAS QUE DORMEM NOS BOTÕES!

Ah, a arte-ideia é do poeta Quelyno Souza. A música do irmão/amigo Gil de rosa e a letra deste Malabarista de Palavras. Mas vou logo avisando: nada escrevi que não fosse uma verdade viva e vivida. Dona Chiquinha era isso mesmo. Um retrato dela, como assim ela diria, “cagado e cuspido”. Nada de “esculpido em Carrara” ou “cuspido e encarnado”. Nunca ouvi de sua boca outra expressão para enfatizar a semelhança de uma pessoa com outra ou um mesmo – se quiserem – de uma coisa com outra. Pois é. Apenas falei em tudo que ela fazia e nós filhos amávamos. Não me conformei apenas em ouvir mais uma vez e mais uma vez e mais uma… Fiz questão de espalhar neste singular espaço Plural. Assim ficou mais audível e especialmente visível!

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