eu quero o meu bom humor de volta!

eu quero o meu bom humor de volta!

Nada de filosofar sobre o humor. Também nada de tentar explicar com palavras sem graça o que vem a ser o humor.  Sei apenas dizer que o bom humor é ume excelente sinal de que tudo estão bem com você. Mas nem sempre. Nem sempre. O que é estar bem-humorado e o que vem a ser, afinal, o bom humor?

Faz bom tempo que um dos caras mais bem-humorados que conheci definiu muito bem o que vem a ser humor. Esse cara é o Anco Márcio.  Um bom sujeito que pegou o trem das onze cheio de pressa e mais ainda de bom-humor.  

 Não sei se essa coisa chamada coronavírus tem algo a ver como esse estado em que me encontro nos últimos meses.  Um estado que não é o meu nem desejo que o mesmo seja de algum amigo. Que estado é esse? Não é o de graça. Um estado sem graça.

Tenho andado sem aquele sorriso que muitos amigos estavam acostumados a ver pelo lado de fora.  Esse que mantem o rosto sério como um soldado de polícia desfilando num 7 de setembro, mas que por dentro está a todo momento morrendo de sorrir para ressuscitar gargalhando.

 Mas, pensando bem, não é este MB que anda sem graça. Melhor: mesmo parado, a graça parece estar lhe faltando. Estar de bom humor é sinal de uma boa saúde. Se não física, pois se algum defeito o bem-humorado tiver será visível, mentalmente ele estará cem por cento.

Ando sem graça. Pior: parado sem graça também estou. Não é falta de paz. Ou seria? Mas também sei que não fui o primeiro a começar a guerra. Se ando um tanto triste, é porque sei que a minha alegria, aquela que me caracterizou, se não foi embora de uma vez, considerando que o meu velho e agora recolhido bom humor não a deixará partir assim tão fácil, entrou de férias. Só me resta então torcer para que ela tenha tirado apenas vinte dias. Os dez dias restantes, ele concedeu a tristeza para que essa os curta muito longe daqui.

 Estou realmente sem o meu bom humor costumeiro.  Sem considerações gerais. Vou creditar tudo a Covid como uma boa desculpa. Fim de papo e, assim espero, o começo de novos e bem-humorados dias.

humberto caveira dois

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