O poeta e a moringa

O poeta e a moringa

“Etelvina!
– O que é, Moringueira?

- Acertei no caminhar!”

 

MORINGA PLANTA

Todo mundo sabe que caminhar faz bem à saúde. Mas todo mundo, infelizmente, mesmo sabendo do bem que a caminhada faz, não caminha. Também seria demais. Desejar que todo mundo caminhasse seria o mesmo que desejar, por exemplo, que todo mundo soubesse a diferença entre a moringa planta, essa por muitos conhecidas, e a moringa como é chamada a quartinha em meu Nordeste. Outros também chamam de bilha, cântaro e moringue (ainda não moringa). Pausa. Mas acredito ser chamada por outros nomes por outros.

Mas se estava falando de caminhar e caminhada, por que agora a história da moringa ou moringueira para uns poucos? Simples. Hoje na minha caminhada matinal e diária, fazendo dessa um saudável hábito e nunca uma mania, me deparei, bem acompanhado da consorte (esse é mesma), com o bom escritor santa-ritense Sebastiao Madruga. E, nesse encontro, para a minha surpresa, pois não vou mentir, tomei conhecimento das “propriedades medicinais” da famosa e por mim desconhecida planta Moringa.

A moringa que este MB conhecia, como vocês souberam nas mal-traçadas que abriram esse papo de praça, estava mais para aquela do bom Paulo Diniz, que nos aconselha a colocá-la num arco-íris. Nunca entendi o seu “ponha um arco-íris na sua moringa…”. É realmente uma coisa de “lelé da cuca”, expressão que acho tão sem graça como essa moderna e comumente repetida “estou de boa”. 

 A moringa que me foi apresentada pelo autor de “mergulhando no passado através da poesia”, agora em minhas mãos, presente recebido nessa caminhada de futuro, é uma das plantas famosas da família das Moringáceas. (Tornei-me de repente um botânico!). Mas, por favor, não me perguntem sobre outras “famosas” dessa mesma família que, sem medo de ser infeliz na minha resposta, responderei que não conheço.   Mas “toquemos o barco, como pedia o saudoso Ricardo Boechat!

Para final de conversa, confesso que não recebi a planta em sua estrutura final. Nada de flores perfumadas. Assim, por enquanto, as abelhas que essas beijarão deixando nelas o gosto de mel, ainda nada sabem delas.  Recebi   moringa em semente. Mas.  Sabendo de suas ótimas propriedades, não demorarei a vê-las engravidando a terra da Casa 1.

Ah, o escritor Sebastião Madruga é craque em suas propriedades! E por isso mesmo fala com propriedade sobre as suas (da Moringa) propriedades medicinais.  Uma ótima caminhada, sem dúvidas.  Uma frutífera caminhada. Agora só me resta chegar em casa, como acabei de chegar, semente na mente, mergulhar na sua poesia em busca do seu passado. 

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