Notebook e Celular: a confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio.

Notebook e Celular: a confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio.

 

O celular e o notebook estão hoje para o ser humano assim como o fogão e a geladeira para uma casa. Isso mesmo: casa. Essa que aprendi ser uma coisa e o lar outra. Mas como eu dizia e volto aqui a repetir, se numa casa faltam esses dois sujeitos os seus moradores ficam sem predicados. São essenciais.

Assim também é nessa chamada vida moderna esses dois citados.  O celular e o notebook são tão necessários quanto os nomeados em se tratando de um casa. Não de um lar. Não esqueçam.

Se o sujeito sai de casa sem um celular é um perdido! Melhor: sente-se perdido. Muitos quando chegam em casa e não encontram o seu notebook ou esquecem – difícil, mas acontece – onde o referido se encontra, mais perdido ainda eles se sentem.Não sou diferente. Ou melhor: só um pouquinho.

Esse que para muitos acredito ser muito – o celular –  e quase insuportável para este MB.  Eu disse “quase”. Às vezes esqueço ambos – não esqueçam o notebook –  e me sinto muito bem em não lembrar onde os referidos se encontram. Depois os acho. Depois os acharei. Digo sem muita vontade de achá-los, e volto então a minha atenção para o “cachorro” que permanece calado e cheio até a boca em cima da mesa.   

Às vezes imagino as caras de “poucos amigos” de alguns amigos poucos que tenho quando percebem que esses seus amigos hoje dos olhos e ouvidos ficaram em casa ou em lugar outro abertos para os olhos e ouvidos de outrem! Meu Deus! Tudo o que eu penso vejo e recebo de outros estão em perigo!  Pensam. Vão descobrir os meus segredos!  Continuam pensando. E se a minha mulher encontrar um ou outro?! Um e outro?!

 É ai que eu digo que sou um pouquinho diferente desses amigos que dependem do notebook e celular para acreditarem que estão vivos. Abertos ou fechados, hoje mais que ontem e menos do que amanhã, não estou nem ai para o esquecimento desses. Tão lembrados? Esses são esses mesmos que acabei de falar. Se abertos ou fechados os meus notebook e celular a importância que dou ao fato é mínima. Esconder o quê? a minha vida é um livro… 1berto! 

Confesso que sou mesmo capaz de entregar a mulher amada celular e notebook, ambos com senhas e passagem abertas para os seus – dela –  olhos, e dormir com a consciência tranquila de um anjo bom. Se é difícil isso acontecer com outros que não são nem um pouquinho diferente do que acho que sou em se tratando dessas “extensões” do homem moderno? Reconheço: dificílimo. 

Tem sujeitos e sujeitas que no primeiro “trim.” ou som outro do celular olham para o mundo como se o vissem pela primeira vez. E não raras vezes sem que perguntemos eles/elas respondem “Deve ser engano…” e não vezes outras “É a operadora! É a operadora! Tem ainda aquela resposta pronta de “É ligação de outro Estado!”.  Em seguida correm em direção ao “denunciador” numa velocidade de matar de inveja o Usain Bolt em seu seus melhores dias.

Pois é. Eu não! Se quiserem emprestado um ou outro ou os dois, nesse caso “emprestados”, tendo a minha confiança, sendo uma pessoa minha, pois tem de ser, empresto os mesmos com senhas e portas abertas para os olhos do mundo!

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