Arquivos do Autor: Humberto

bob dylan em 17 minutos é um saco!

bob

Serei breve: posso até ouvir Bob Dylan, mas dele nunca fui um  fã. Respeito esses. Por que falo isso agora? Simples: depois de oito anos sem apesentar nada inédito, Dylan aparece agora com “Murder Most Foul”.   A expressão é shakespeariana.  Terríveis os assassinatos. Por ai. Só uma coisa mais: não bastassem os 17 minutos do Bolero do Ravel que o ... Leia Mais »

Um copo na não e nenhuma ideia na cabeça

homem no mercado dois

Só sei que foi assim.   A quarentena nem tinha começado direito. Pausa. Nem errado. Pra que mentir?  Sair só por uma extrema necessidade. Apregoavam. Apregoam. E estão certo. Errados são os que assim não saem. Por extrema necessidade.   Na verdade “ficar em casa” é uma boa para este MB. Desde que ele esteja em paz. Tudo em paz ... Leia Mais »

pode vim a quarentena que não estou nem ai: estou aqui!

lendo livros

Embora não goste de fazer promessa, nem mesmo aquelas feitas, silenciosamente, na minha procissão da Nossa Senhora da Penha, prometi que não falaria mais neste espaço do famigerado vírus que não ouso nem quero mais falar o seu nome, e assim continuarei.  E assim, nesse silêncio comovido, irei vê-lo em breve desparecer de uma vez por todas dos nossos dias. ... Leia Mais »

O QUE O CORONA TEM EM COMUM COM A MENINGITE DOS ANOS DA DITADURA MILITAR NO BRASIL?

e Escolas fechadas, hospitais lotados, eventos cancelados: o Brasil da meningite de 1974 (André Bernardo) Aulas suspensas e eventos esportivos transferidos, algumas das consequências da atual pandemia do novo coronavírus, já marcaram a história recente do Brasil, por conta de outra doença: a meningite. Em 1974, durante o período da ditadura militar, o Brasil enfrentava a pior epidemia contra a ... Leia Mais »

A PESTE DOS RATOS DE CAMUS E OS RATOS DA NOSSA PESTE!

peste de camus

No silêncio da minha ilha cercada de livros e filmes e discos por todos os lados, lembro o Alberto Camus. A peste. Esse foi o seu – dele –  primeiro livro em que este MB espalhou os seus olhos curiosos de menino-jaguaribe. O ano do livro é 1947. Bem longe, não?  O ano desse meu espalhamento de olhos, se a ... Leia Mais »

ESSA PANTERA CHAMADA INGRATIDÃO DO AUGUSTO DOS ANJOS

pantera negra

Vez por outra ou uma vez sim outra não, escolham, sobretudo quando estou vivendo/curtindo a minha ilha cercada de livros e discos e filmes por todos os lados, deixo cair o meu Mario Quintana de lado e, não resistindo ao apelo, do outro lado pego o sempre por perto Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos.  Quem é esse? Ora bolas! ... Leia Mais »

quarentena

São quarenta solitários/ todos eles involuntários/ que muitos passam em vão/ são muitos dias forçados/ cercando por todos lados/ essa ilha solidão/ Vamos viver esse dias/ como se fossem os primeiros/ de uma nova experiência/também fossem os derradeiros/desses dias de sofrência/ Sem dar as mãos nesse momento/ mantendo distanciamento/ entre todos cidadãos / somos todos uma só raça/isso veio e ... Leia Mais »

VOTAREI NUM MERDA!

zezinho merda

Estava pensando seriamente em anular o meu voto.  Se usei por muito tempo o referido para anular alguns ex-crotos candidatos, agora iria mesmo anulá-lo (sic) de vez. Assim como um dia aqui relatei, sei há muito em quem “não votarei”. Mas decepcionado e muito com o Gilmar Mendes, esse que vocês talvez até digam que nada tem a ver e ... Leia Mais »